Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, abril 17, 2008

Shows de Graça!



Detesto essa coisa de "fim da propaganda na TV", "fim dos DVDs", "fim dos CDs". Mas cá entre nós. O fim dos DVDs nunca esteve em tanta evidência como está agora. Aliás, alguém acha que o Blu-Ray terá o mesmo "tempo de vida no mercado" que o DVD, visto a vasta quantidade de sites streaming que não para de aparecer por aí?

Bem, a bola da vez é um portal que exibe shows e videoclipes em altíssima resolução. Um dos investidores é aquele cara que se diz "Eu Sou a Lenda". Ele mesmo, Will Smith. O nome do serviço é Plugged In e, infelizmente, assim como outros serviços de streaming recém lançados, está liberado, provisoriamente, somente para os EUA e o Canadá.

Creio que daqui a uns 5 anos, teremos sites deste tipo aos montes. E o melhor: liberados para o mundo inteiro. E da-lhe banda larga!!!

terça-feira, março 25, 2008

Madonna MOBILE

Passeando hoje, pelo blog ótimo blog do Leonardo Xavier, que aborda cases de Mobile Marketing, li que a Maddona vai lançar, primeiramente via dispositivos mobile, o seu novo álbum.

Como eu disse no post anterior, a internet e também a publicidade, estão deixando de ser apenas online, para se tornarem MOBILE.

Confira abaixo, o post na íntegra, escrito pelo Leonardo Xavier.

" Para o lançameto do seu novo disco (Hard Candy), Madonna fez um acordo com a Vodafone UK para lançar antecipadamente o novo álbum para os 250MM de clientes da operadora.

Foi-se o tempo em que o pré-lançamento era feito com uma loja tipo Tower Records da vida.

Afinal, com uma ação cooperada com operadoras, é possível em poucas horas atingir milhões de consumidores, sem problema logístico, sem limitação geográfica e com opção de compra imediata. Cada vez mais, as indústrias fonográfica e de entretenimento têm se alinhado com as operadoras para reverter a queda de vendas e reanimar o setor.

Não só o download de conteúdos é visto como grande salvação da indústria, mas cada vez mais ações interativas têm tomado espaço nos shows e eventos.

Há vários exemplos de promoções e interações usando celulares que já citei aqui, como:

  • Na atual tour da Gwen Stefani, mais de 20% da platéia mandou SMS (e pagou por isso) para concorrer a lugares melhor localizados.
  • Em Minneapolis, sua terra Natal, Prince incentivou os fãs a enviarem mensagens sobre o que estava rolando no show e as melhores eram postadas no site do artista.
  • A banda Korn promoveu uma votação SMS para escolher a música para encerrar o show.
  • Em show da Fergie, realizado semana passada no Brasil, Motorola e Claro distribuíram gratuitamente wallpapers e da artista através de 5 totens bluetooth instalados no Via Funchal."

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Música FREE! Agora vai?

qtrax

O barulho começou já no Domingo, 27. No twitter, o gustavojreige, do blog Outros Olhos, enviou o link para o site do Qtrax. Pronto foi o suficiente para eu entrar e perceber que o Qtrax pode sim, vir a ser um modelo viável de negócio e, porque não acabar com essa chatisse que gira em torno do download gratuito de músicas?

Se você sabe do que se trata o Qtrax, pule esta breve introdução. O Qtrax, nada mais é do que um serviço de compartilhamento de músicas legalizado. É uma espécie de eMule, KaZaa, só que dentro dos conformes da lei. Mas como assim? Bem, para nós usuários, pouca coisa muda, afinal, continuaremos a fazer o download de músicas de forma gratuita. A diferença é que os artistas serão pagos através da publicidade veiculada no site e no player do Qtrax. A Microsoft é um dos anunciantes já confirmados.

Mas, essa historia não parece um conto de fadas para você? Me lembra aqueles sonhos, onde você acorda bem na parte onde não queria. Pois é. O Qtrax tem sim alguns motivos para duvidarmos de tanta bondade. Um deles é o fato de você não poder ouvir as músicas em um iPod, pelo menos até meados de Abril, quando a empresa prometeu suporte ao gadget.

Ah, as músicas virão com DRM para que a empresa saiba quantas vezes a música foi executada e se foi compartilhada. Peraí, denovo o DRM? Enquanto que a Amazon MP3 anuncia que suas canções não possuem DRM, o Qtrax já inicia dando marcha ré?

Outro motivo é o fato de que foi anunciado que a EMI, Sony BMG, Universal Music e Warner Music, fariam parte da parceria que permite que artistas destas gravadoras façam parte do acervo do Qtrax. Mas, a verdade é que tirando a Sony BMG, todas as outras negaram que o acordo havia sido firmado. A Universal e a EMI afirmaram que as negociações estão em curso, mas ainda não há nada fechado.

Mesmo com tudo isso em pauta, analise comigo. Suponhamos que as gravadoras fechem o acordo. Como será o catálogo dos artistas? Haverá somente canções antigas? O serviço conseguirá acompanhar os lançamentos? E novos artistas, esses que estouram na Web todos os dias, e que nem gravadora tem? Poderiam fazer parte do serviço mesmo sem gravadora, e ganhar com o modelo de publicidade oferecido pelo Qtrax?

Imagine que tudo será perfeito e funcionará de forma mais que perfeita. Como ficaria o iTunes em meio a tudo isso? Sim, porque funcionando com músicas, esse modelo poderia funcionar com filmes e seriados também. E aí, o que faria Steve Jobs? Será por isso que a Microsoft irá anunciar no Qtrax? :]

E agora, a pergunta que nao quer calar: É necessário que hajam gravadoras para que tudo isso funcione? Porque o Qtrax simplesmente não abriga esses artistas e compartilha publicidade diretamente com eles, possuindo esses artistas, gravadoras ou não?

Ps.: Como ainda não é possível efetuar o download do Qtrax para testá-lo, pretendo, assim que ele estiver disponível, publicar minhas impressões deste que pode ser um grande marco para a indústria fonográfica. Espero não estar exagerando e que o modelo realmente se concretize. Vamos torcer!

segunda-feira, janeiro 14, 2008

De novo? É, RADIOHEAD again

Photobucket

É. Pelo visto os caras não sairão de cena tão cedo. O Radiohead, banda liderada por Thom Yorke, que no ano passado lançou o fantástico "In Rainbows" - que já virou tema de fundo de vários programas da Globo - inteiro na Internet através de um site onde os internautas decidiam se pagariam ou não pelo download, ainda é assunto nas rodas de conversa sobre os novos rumos da indústria da música na Web. Há quem diga que uma das possibilidades para a industria é a publicidade. Como? Hmmmm.... assunto para o próximo post!

Ontem, o Rafael Barifouse, em seu blog hospedado no portal da Revista Época NEGÓCIOS [não, eu não recebo jabá para falar da revista. Antes recebesse], revelou que a banda de Thom Yorke já vendeu mais de 122 mil cópias de in Rainbows" em CD. Do que mesmo? CD? Sim, não lembra mais o que é?

Exatamente, aquela coisa grande e desajeitada, incômoda de carregar na rua. Você AINDA utiliza um DiscMan. DiscMan? O que é? Ah, chega. No entanto, o que mais impressiona nem é o fato de a banda ter vendido 122 mil cópias. O que me surpreendeu é eloes estarem liderando a parada da Billboard em várias categorias, incluindo Top Rock Albums, Top Internet Albums, Top Independent Albums e, prepare-se, HOT/POP(?!?). Isso mesmo.

Ultimamente, fala-se mais da banda de Thom York do que se ouve. Virou modinha falar deles. Até revistas de negócios falam da banda. Antes de todo o auê, Radiohead era coisa de Indie. Agora está se tornando uma banda Cool. Mas isso tudo é só o início. Sabemos que a estratégia de deixar o consumidor decidir o preço do download foi puro marketing. Pelo jeito, eles gostaram da brincadeira. Sabe-se lá o que vem por aí...

quinta-feira, novembro 29, 2007

iTunes: Até quando ele irá Sobreviver?

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket
Foto via Wired

E a batalha na indústria fonográfica continua. O último capítulo envolve Doug Morris, CEO da Universal Music, que tem planos para destronar o iTunes de sua egemonia no mercado de música digital. Doug, que já chamou os usuários de iPod de "ladrões", agora resolveu entrar no jogo e pretende montar uma loja no estilo iTunes, a Total Music, que pretende trabalhar com a assinatura ou aluguel de músicas (???? assinatura????? isso é tão "ontem"). Clique aqui para ler o artigo completo na Wired.


Com relação a todas essas brigas entre gravadoras e tecnologia que estamos assistindo cada vez com mais frequencia, continuo bastante cético com relação ao futuro dessa "indústria". Acredito que o modelo iTunes, que até agora vem se mostrando vitorioso, não terá fôlego para se expandir pelo mundo afora. Sabemos que ele funciona muito bem em alguns países, principalmente nos Estados Unidos.

Porém, ele ignora completamente o Brasil e outros países. Até onde eu sei, as razões declaradas são de que há problemas de ordem legal entre gravadoras e a Apple, uma vez que artistas que lá fora pertencem a um selo, aqui pertencem a outro. Isso até pode ser verdade, mas todos sabemos que talvez o grande motivo para a Apple não se empenhar para a liberação do iTunes por aqui chama-se PIRATARIA.

É claro que o problema não está localizado nas pessoas que compram CD de música no camelô. Essas não utilizam iPod e arrisco dizer que a grande maioria nem acessa a Internet. Mas como nós ficamos? Já estamos de saco cheio de tanto ouvir aquele papo de não baixar música de forma ilegal, já que você, na mentalidade das gravadoras [e falam isso para benefício próprio, é claro], estaria prejudicando o artista.

Qual a alternativa que nos resta? Baixar músicas através dos vários programas P2P disponíveis. É aí que eu queria chegar. Acredito que logo tudo será P2P. Sendo assim, como impedir os downloads ditos "ilegais". Não acredito que pagar por Mp3 será algo que vá funcionar por muito tempo. As bandas que estão nascendo nessa Era Digital já pensam dessa forma. É, denovo, aquela história de choque de gerações.

Tenho ciência de que não sou o único que pensa dessa forma. Todo mundo já sabe que artista ganha dinheiro com Show. Daqui em diante, a briga será por distribuição. Não adianta esconder mais o jogo. A indústria fonográfica não existirá mais como a conhecemos. O que os advogados fazem é tentar prorrogar o prazo de validade dessa indústria, há muito já expirado.

Os artistas não estão preocupados. Apesar de ouvirmos discursos prontos na TV, que são ensaiados pelas próprias gravadoras, esses artistas ainda não cortaram o cordão umbilical que têm com as majors justamente por ainda terem medo.

No entanto, aumenta cada vez mais o número daqueles que se libertam. O caso do Radiohead e da Madonna, que recentemente assinou com uma produtora de shows e pretende obter receita através desse acordo, deixando em breve a sua gravadora, refletem bem o que estou dizendo.

O que você acha? Estou errado ou realmente o iTunes vive os últimos momentos de glória? Dê uma olhada na figura abaixo, extraída da sessão Wired-Tired-Expired, da edição de Dezembro da ótima WIRED. A iTunes Store está classificada como Tired, que poderíamos traduzir, como "CANSADO".

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket
Foto via Wired

Será mesmo que o modelo iTunes está começando a dar sinais de cansaço?

domingo, outubro 28, 2007

Radiohead fazendo Escola?

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

Parece que a iniciativa da banda Radiohead, aquela que deu aos consumidores a opção de pagar o quanto desejassem pelas mp3 do álbum In Rainbows, está começando a fazer escola.

Desta vez, quem resolveu ousar foi o rapper Saul Willians [um mero desconhecido para mim, a não ser pelo fato de estar sendo produzido por Trent Reznor, do Nine Inch Nails]. O modelo adotado por Willians será semelhante ao utilizado pelo Radiohead, exceto por 2 coisas:

1. Não haverá, posteriormente, lançamento de CD nas lojas. As vendas serão realizadas somente através de mp3.

2. O outro detalhe fica por conta da venda dos arquivos. O Radiohead permitia que os consumidores pagassem quanto quisessem pelos arquivos de mp3. Já Saul Willians permitirá que você escolha entre pagar 5 dólares OU não pagar nada.

Até que ponto essa estratégia é válida? Bom, é certo que se Saul não estivesse lançando seu álbum desta maneira, eu não estaria falando dele aqui. Antes de tudo, uma estratégia como essa, surte um belo efeito de marketing, que tende a ser sentido na venda de ingressos para show.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket
Será possível fazer uso da "estratégia Radiohead" sem ter grande Status? A "Cauda Longa" entrará em ação?


No entanto, acho bastante arriscado para um artista desconhecido. Como Saul Willians não tem status de Radiohead, fica muito mais difícil um consumidor preferir pagar 5 dólares a fazer o download FREE somente por curiosidade [como eu].

Fala-se - é difícil saber até que ponto isso é verdade - que o Radiohead arrecadou até agora, com o lançamento das mp3 através daquele modelo, nada menos que 10 milhões de dólares!

De qualquer forma, vamos acompanhar o desenrolar dessa história nos próximos dias, já que o download das mp3 do rapper Saul Willians, será liberado no Website, na próxima quinta-feira, 1º de Novembro.

Curiosidade: O nome do álbum a ser lançado por Saul Willians é The Inevitable Rise and Liberation of Niggytardust, uma clara referência ao clássico lançado pelo inglês David Bowie, em 1972, cujo nome é The Rise and Fall of Ziggy Stardust.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Matchbox 20 adere ao 'Bracelete Musical'

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

E a tecnologia USB continua a gerar novas oportunidades para o mercado. Quem se aproveita agora, é a banda de Orlando Matchbox Twenty [Matchbox 20, como queiram...].

Li hoje, no site do USA Today que o novo álbum da banda, intitulado de EXILE ON MAINSTREAM [trocadilho com EXILE ON MAINSTREET, álbum clássico dos Rolling Stones], lançado em 2 de Outubro, também está disponível em versão USB.


O dispositivo, com todas as faixas do álbum recém-lançado, vídeo do 1º single e entrevistas com a banda, vem acompanhado de um bracelete com o nome da banda e do álbum e está disponível para compra exclusivamente no site da Best Buy.

O Matchbox Twenty irá comercializar os braceletes também em versões exclusivas durante a turnê do ano que vem, onde, depois do show, fãs poderão adquirir o acessório que irá conter as músicas tocadas no show. Não é a 1ª vez que um artista faz uso deste sistema. Willie Nelson já comercializou braceletes em seus shows, com o mesmo intuito.

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket
Além de oferecer extras, o bracelete é bem bacana

Escrevi, durante o mês passado, uma série de 5 posts, onde tentei imaginar como seria o Mundo Digital no ano de 2020 [Parte I, II, III, IV e V]. É praticamente impossível acertar previsões deste tipo. Na realidade foi mais um devaneio, com a intenção de instigar as mentes alheias.

No penúltimo deles, onde abordei o tema MÚSICA, falei que as bandas iriam disponibilizar o conteúdo do show da noite diretamente para os MOBILES [celulares, iPods] daquelas pessoas que estavam presentes no show. Porém, acredito que até lá, ou até muito antes disso, essa distribuição será GRATUITA. Como falei naquele post, a briga será pela DISTRIBUIÇÃO. Na realidade, ela já está acontecendo.

É por isso que gosto de falar sobre tecnologia, web e tendências. É imprevisível demais. Quando achamos que tudo está indo em uma direção, tudo muda e vai para a direção oposta ou continua e evolui de uma forma inesperada. Podemos tirar várias lições e aprender muito com o mercado. É isso que continua a alimentando a minha vontade de escrever neste blog.

Por falar nele, muito em breve terei grandes novidades por aqui. Stay Tuned!

UPDATE: Assista abaixo, ao clipe de How Far We've Come, primeiro single do novo álbum do Matchbox 20.