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domingo, março 16, 2008

I Want My YouTube!

Photobucket
Joost transmitindo programação ao vivo!
Via Tiago Dória

Céticos de plantão. Cuidado! Principalmente aqueles que não dão muito crédito ao aumento dos investimentos em publicidade na Internet.


A transmissão de programas e séries, via Web, está deixando de ser tendência, para virar uma realidade. E com isso, naturalmente, a publicidade também tende a acompanhar este movimento.

Li no blog do Tiago Dória que o Joost, esse mesmo, fechou acordo com a CBS para transmitir programação AO VIVO! Quem conhece o serviço, sabe que, até então, nenhum vídeo disponibilizado lá era ao vivo.

No entanto, ainda não dá para comemorar com muito estilo. O acordo firmado com a CBS autoriza a transmissão apenas, da tempora de basquete universitário, nos EUA.

No entanto, não é difícil imaginar que pode se tratar de um contrato experimental. Imaginem o que poderia estar sendo tramado nos bastidores. Imagine LOST AO VIVO, no Joost!

Não é novidade que a transmissão de conteúdo pela Web, será uma dos principais motores da Internet neste ano de 2008. Para reforçar tudo isso, o YouTube já está permitindo a exibição de vídeos em alta definição. Sabe-se também, que logo ele irá suportar serviços de broadcast, como o Justin.TV.

Tudo aponta para o YouTube. Tudo tende a YouTube. E não é conspiração, cara!

IT'S TV ON THE WEB, DUDE! AND THERE WE GO...

segunda-feira, novembro 12, 2007

"Tenho 95 anos e sou Blogueira!"

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Você deve ter aquele primo que vive antenado. O moleque sabe de tudo. Ele é daqueles que chega e te deixar envergonhado, por você não saber de algo importante. Mas logo ele? Caramba, o moleque tem 10 anos e já está fuçando em sites que você nem sabia que existia. Mas como? Logo você? Você tinha que saber! Como pode?


É meus amigos. Está cada vez mais comum. Costumamos dizer que a infância antigamente era melhor. Vivíamos brincando nas ruas. Os brinquedos eram mais divertidos. As pessoas eram mais honestas. Tudo isso, na realidade, não passa de choque de geração. Hoje, já estamos acostumados a ver crianças/adolescentes "nascendo" na frente de computadores. Namorando. Estudando. Brincando.

Ontem, li no blog Próxima Onda, do Ivan Martins, Redator-Chefe da Revista Época Negócios, que hoje [dia 12] estréia a 1ª novela via Celular no Brasil. Se chamará "A Escolha de Sofia". Cada capítulo irá durar 2 minutos! Sim, uma "pílula de entretenimento". Será que alguém passaria 40 minutos assistindo a uma novela segurando um aparelho celular? É ruim heim?

Isso veio para ficar. Não estamos nos perdendo. Estamos nos achando no século 21. E é só o começo. Detesto quando vejo alguma reportagem, principalmente na TV, condenando esse novo "modo de vida". Geralmente, quando vejo na TV uma reportagem sobre Internet, é sempre algo dando ênfase a aspectos negativos: piratas, vício, falta de privacidade. Raramente vemos algo além disso. Isso só faz com que quem ainda não se familiarizou com a Internet, passe a ter medo e continue longe dela.

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Maria Amelia Lopez tem 95 anos! A Web não será segregada por idade como é hoje
Foto via Colmeia

Costumamos ter a percepção de que aqueles que não são familiarizados com a Web são, em sua maioria, pessoas mais velhas, o que não deixa de ser uma realidades. No entanto, não são só os mais novos que estão plugados. Sim, eles são a maioria.

Mas o século 21 também já está começando a
"afetar" os mais idosos. Semana passada, li no blog da Colméia que, uma senhora chamada Maria Amelia Lopez, espanhola de 95 anos, é blogueira! Sim, ela tem 95 anos e possui mais de 60 mil leitores! Tem também a Dona Arlinda, brasileira. Ela é dona do Fotolog "Ser Idosa É Ser Feliz".


O que tudo isso representa? Logo, não só "os mais novos" terão blogs, fotologs, páginas em Orkut, Facebook, Myspace. Todos estarão na Web, desde os mais novos aos mais idosos. Será quase como assistir TV, uma das coisas mais comuns. Na realidade, já está se tornando, não é mesmo?

terça-feira, novembro 06, 2007

Na Web, RELEVÂNCIA é TUDO

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Relevância
. É a palavra do momento. Como as opções de serviços e portais na Web, crescem dia a dia, eles precisam, principalmente os novos, mostrar relevância. Precisam ser essenciais. Precisam entregar uma solução simples, para um problema nem tão simples assim.


Assim é o Google AdSense, que quando bem implementado, entrega anúncios relevantes ao editor. No entanto, nem todos serviços conseguem ser assim. Alguns apenas fazem barulho, justamente por não ter o que oferecer. Apenas seguem uma moda passageira, onde pegam carona até a próxima esquina.

Com o tempo, passei a ser mais seletivo com relação aos meus Feeds. Nessa tarefa, o NetVibes me ajudou bastante. Tudo em nome da relevância. Não consigo escapar dela. Sem ela, fatalmente me afogo em um mar de informações desconexas que só irão fazer com que eu perca meu tempo e foco.

Na Web, estou sempre em busca de soluções práticas. Acredito que o Open Social da Google vai nos ajudar muito na tarefa de integração de conteúdo. Temos cada vez menos tempo para nos associar em Redes Sociais. E, quando o fazemos, criamos o login e raramente retornamos. Não é relevante entrar, todos os dias, em todas as Redes Sociais que temos cadastro.

Também acredito muito no portal Mercado Fechado. Através dele, quando quero vender algo, anuncio somente para meus amigos. Cá entre nós, é muito melhor negociar entre amigos, com pessoas que você tem próximo à você. Isso é relevância²!

Twitter. No Twitter, a questão da relevância salta aos olhos. Há aqueles que criam perfil apenas para falar o que estão fazendo, bater papo. Pura irrelevância. Para isso existe MSN, Gtalk. Por sorte, há aqueles que enriquecem o serviço, oferecendo links interessantes, dicas de vários assuntos, coberturas de eventos ao vivo, etc.

Tornar o Twitter relevante depende só de você. Depende das pessoas que você escolhe para seguir. De nada adianta seguir 200 pessoas, esperando que elas também sigam você. O objetivo no Twitter não é ser o mais seguido.

Embora muitos o façam, o Twitter é mais interessante quando você segue justamente aquelas pessoas que falam sobre as coisas que mais interessam à você. Isso é relevância. Caso contrário, a sua página de informações será inundada por informações desconexas.

Achou meu post relevante? Siga-me no Twitter: twitter.com/rodrigocunha

quarta-feira, outubro 17, 2007

Os Games serão FREE?

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Halo 3: O jogo mais comentado de 2007! Já imaginou se ele fosse FREE? :]

Parece que a onda Radiohead está estourando nos 4 continentes.


Li hoje, em um artigo escrito por Chris Anderson, em seu blog, uma colocação, no mínimo, provocativa: A indústria de videogames declara que, ao contrário da indústria da música, não pode distribuir conteúdo gratuito. Segundo eles, não há formas alternativas de negócio que façam com que o modelo seja viável de outra forma.

Chris Anderson diz que há sim, inúmeras formas de tornar a distribuição de games gratuita, como um modelo de negócios rentável. Segundo ele, há a possibilidade de inserção de publicidade nos games [isso já é feito], venda de níveis adicionais [também já existe], acessórios extras para os personagens e uma infinidade de outros ítens.


Porém, desta vez não concordo com Anderson. Para uma softhouse construir um jogo para a geração atual de videogames, os custos são altíssimos. Com o crescente avanço da tecnologia utilizada nos consoles, é cada vez maior a demando por gráficos e animações melhores.

Dessa forma, estúdios necessitam de mão-de-obra cada vez mais qualificada, o que é bastante caro. Muitas empresas já trabalham com o modelo de publicidade nos jogos, além da venda de patchs [muitas vezes também distribuídos de forma gratuita] e de novos acessórios.

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O "modelo Radiohead" já entrou para a história!

Mas o que fazer quando um jogo não se torna um HIT? O que fazer quando foram investidos milhões na produção dele e não houve o retorno esperado? Como satisfazer os acionistas? Vejo os modelos de publicidade atuais, inseridos no contexto do jogo, como uma forma de dispositivo de segurança.

Caso o jogo não se torne um HIT, a arrecadação com publicidade e a venda de outras modalidades de jogo, pelo menos deve pagar os custos de produção.
Tudo isso, sem contar com a questão da pirataria, que há muito, corrói o faturamento dos estúdios.

Há inúmeros casos de jogos excelentes, mas que simplesmente não emplacaram. E muitas vezes, os títulos são verdadeiras obras-primas. Como exemplo, Shadow of the Colossus e ICO, ambos desenvolvidos pela SONY, para o Playstation 2, não se tornaram HITs, apesar da qualidade muito acima da média.

Diferentemente do que acontece com as bandas, que hoje praticamente tem apenas despesas com estúdios de gravação, podendo lançar seus trabalhos FREE [ou utilizando o modelo Radiohead] e depois faturar através de shows, os estúdios, caso não consigam emplacar um game, ficam impossibilitados de explorar algo relacionado ao título fracassado. Resta tentar uma continuação. Porém, geralmente há descrença, exatamente como acontece em Hollywood.

No entanto, vejo que, num futuro próximo, como já falei em um post anterior, o modelo de distribuição de jogos deve ser mesmo on-line, não havendo mais a distribuição física. Quando este modelo passar a funcionar inteiramente, reduzindo drasticamente os custos de produção, distribuição, marketing, entre outros, o modelo de distribuição FREE tenderá a se tornar uma realidade.

Alguém arriscaria a aplicação do modelo Radiohead para a venda de games? :]

segunda-feira, outubro 15, 2007

A Apple é páreo para a Nokia?

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Estamos sofrendo um verdadeiro bombardeio de informações da Apple e do lançamento de seus aplicativos. Todos os dias, surge alguma novidade, seja do destravamento do iPhone, polêmicas acerca da parceria que amarra o iPhone à operadora AT&T, entre outras. Há um buzz interminável em torno do iPhone.

Desta forma, acaba pairando no ar, uma certa impressão de que a Apple está dominando o mercado de celulares. No entanto, a realidade é bastante diferente. A Época Negócios deste mês, está com uma matéria muito boa, onde aborda a guinada da Nokia em busca de liderança em serviços de Internet. Entre algumas medidas tomadas pela empresa, está o lançamento do portal de venda de músicas online Nokia Music Store. Pelo visto, teremos várias lojas do tipo, cabendo aos players, disputar mercado através da exclusividade na venda de artistas.

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Loja online da Nokia: mais concorrência e vantagem para os consumidores

O CEO da Nokia, OPK [ele é finlandês e seu nome é quase impronunciável: Olli-Pekka Kallasvuo], está dando sinais de querer competir com nomes como Steve Jobs, Bill Gates e Eric Schmidt. A Nokia está comprando uma série de empresas de serviços Web, para poder agregá-los em seus telefones celulares. Entre eles, a distribuidora de música online Loudeye, a Gate 5 [companhia de software de navegação com GPS], e o Twango [portal de compartilhamento de fotos, vídeos e áudio].

Alguns dados da matéria da revista:

- 3 bilhões de pessoas no mundo têm celulares. Destes, 900 milhões são Nokia;

- De cada 100 novos celulares vendidos no mundo todo, 36,9 são da Nokia. É mais do que Samsung, Motorola e Sony Ericssom vendem juntas;

- A Nokia vende cerca de 1 milhão de celulares por dia e vai fechar este ano com 360 milhões de aparelhos comercializados;

- Já a Apple sonha em vender 10 milhões de celulares antes do fim de 2008.

Com estes dados, já é possivel chegar a uma conclusão: A Apple vai precisar remar muito para chegar a incomodar até mesmo, as concorrentes menores da Nokia. No entanto, devemos admitir que a empresa de Jobs recém chegou ao mercado. Ela tem a seu favor, um CEO carismático e um aparelho celular [é estranho chamar o iPhone de celular, não é mesmo?] que sucede e inclui todas as características do iPod, inclusive todo o charme e glamour.

Tudo isto vai ajudar a Apple nessa escalada. Porém, não temos como negar que será muito difícil e que poderá levar anos a fio. No entanto, já vejo várias pessoas desistindo de celulares ditos 'comuns' para 'dar um jeito' de comprar um iPhone.

Bem, logo a coisa deve esquentar ainda mais, com a chegada do tão alardeado Google Phone. Eu, por enquanto, sigo com meu celular velhinho, que só envia SMS.

Para ler a matéria "A Nokia quer ser POP" na íntegra, acesse este link. Vale a pena!

Assista também, ao vídeo de apresentação da Nokia Music Store, logo abaixo.


domingo, outubro 14, 2007

RADIOHEAD: Vendemos bem, obrigado!

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Estou, neste exato momento, escrevendo este post ao som de 15 Step, a 1ª faixa do novo álbum do Radiohead, entitulado de "In Rainbows". Já percebi que a banda mudou seu som mais uma vez.

Eu, que não sou fã da banda de Thom Yorke mas gosto de acompanhar alguns trabalhos deles [sim, sou aquele tipo de cara que ainda prefere os primeiros álbuns], não estaria ouvindo o novo álbum agora se não fosse o buzz que toda a campanha de lançamento de "In Rainbows" gerou.


Sem dúvida, veremos outras iniciativas partindo de outros artistas neste sentido.

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Já imaginou se o seu chefe resolve te pagar o salário que ele bem entender? =)

Fico pensando. O Radiohead não faz música para as massas. No entanto, foi destaque em vários jornais de todo o mundo, em toda a Internet e, inclusive, no Jornal da Globo. Caso não houvessem ousado tanto, não teriam obtido nem a terça parte do destaque em noticiários que conseguiram. É de se imaginar que a turnê do grupo, tenderá a arrecadar um bom dinheiro.

Segundo informação postada no blog do Tiago Dória, as pessoas que baixaram as MP3 via website da banda, pagaram em média R$14,50 pelo download. Logicamente, muita gente fez o download sem pagar um tostão sequer. De qualquer forma, isto aconteceria logo depois que o disco fosse lançado, ou até mesmo antes, já que as MP3 possivelmente vazariam Internet a dentro.

Bom, se fosse por um Van Halen, Red Hot Chili Peppers ou The Police - talvez as únicas que eu pagaria pelo download - eu certamente teria pago uma quantia justa. Já no caso do Radiohead, fiz download através do modo tradicional.

Que venham novas atitudes como a do Radiohead. Vida longa a Thom Yorke e sua trupe!

Ps.: Até agora, estou achando o disco mais acessível que os anteriores. Para tirar uma conclusão mais profunda, precisarei ouvir mais algumas vezes. Falam que as grandes obras-primas não se rendem fácil =)

UPDATE: Já ouvi o disco várias vezes, em loop. É muito bom mesmo. O melhor é que é diferente de tudo que está no mercado. Não há sombras de clichê. Não sei se é o melhor deles [ouvi pouco os anteriores]. Dê uma chance a esta pérola. Garanto que valerá a pena. Só uma coisa. Antes de tirar uma conclusão, faça como eu: escute várias vezes. O disco é tão bom, que você nem irá perceber que já ouviu vááááááárias vezes.

quinta-feira, outubro 11, 2007

5 Razões para utilizar o Firefox!

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Mozilla Firefox. Hoje, li no TechCrunch, que a Mozilla lançará um versão mobile do Firefox, que poderá ser utilizada no iPhone, que vem com o Safari como browser padrão. É uma ótima notícia para quem já faz uso do melhor browser disponível hoje, no mercado, e possui um iPhone.


Tenho verificado que, cada vez mais gente está adotando o Firefox. A maioria, porém, são pessoas que trabalham com desenvolvimento de sites, designers, bloggers... mas isso está mudando. Até aquele seu amigo, que não se interessa por Internet, está fazendo uso do Firefox. Ainda são poucos, mas quando falo "Eu uso o Firefox para navegar na Web", não há mais aquele espanto "Firefox? O que é isso?"

Bem, sem mais delongas, aqui vão 5 razões que fizeram com que eu passasse a utilizar a 'Raposa de Fogo':

1. CUSTOMIZAÇÃO DO VISUAL
Customização e Design são palavras do século. Dar identidade ao que é seu é vital. O Firefox te oferece visuais de temas cada vez mais variados.

2. INTEGRAÇÃO COM O TWITTER
Com o hype atual do Twitter, não era difícil de imaginar que o browser não ficaria sem integração com o site. O TwitterFox, além de ser uma ferramente útil, é leve, ágil e permite responder contatos com um único click. Imprescindível para quem utiliza o Twitter.

3. INTEGRAÇÃO COM O NETVIBES
Sem dúvida nenhuma, o Netvibes é uma das ferramentas vitais para quem deseja personalizar o conteúdo da Web. De todos os programas e sites que já utilizei, achei o Netvibes o melhor gerenciador de RSS disponível no mercado. Possui bastante espaço para customização, criação de abas separadoras e inúmeros outros recursos. O Firefox oferece um plugin que permite que você assine o RSS de um site/blog diretamente para o Netvibes. Economiza tempo.

4. FOXMARKS/FIREFOX PORTÁTIL
Este aplicativo sincroniza todos os seus bookmarks e os salva no site FoxMarks.com. A Vantagem? Você poderá acessar seus bookmarks que qualquer máquina. Existem vários outros sites que fazem isso, mas tem algo melhor que fechar o seu Firefox e observar o sistema fazer a sincronização dos arquivos com o FoxMarks?

Não é o suficiente? Que tal fazer o download do Firefox Portable e levar o SEU Firefox - incluindo os plugins - com você, instalado no seu pendrive? Quando quiser fazer uso do SEU Firefox - e estiver em uma máquina que não possua o browser - basta plugar o pendrive na CPU e utilizá-lo.

5. IE TAB
Não consegue acessar sites que você conseguia quando utilizava o Internet Explorer? Não consegue acessar sites de bancos? Não tem problema. Basta fazer o download do plugin IE Tab. Através dele, é possível abrir uma aba que adapta a engine do Internet Explorer, permitindo que você visualize sites que não foram feitos para outros browsers que não o IE. Está cada vez mais difícil encontrar um site que não dê suporte ao Firefox. Mas...

Sem dúvidas existem muito mais razões para utilizar este browser. Procurei citar as mais relevantes para mim. Não seria viável eu me estender aqui. No entanto, caso você ainda não faça uso do Firefox, e não está satisfeito com o seu browser atual, neste endereço você encontrá mais de 1000 motivos para fazer uso dele =)

quarta-feira, outubro 10, 2007

MySpace também permitirá desenvolvimento de APIs!

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Essa briga entre redes sociais está mesmo ficando boa de assistir. O Facebook está revolucionando com as suas APIs.

A Google já anunciou a abertura do código do Orkut e é bem provável que haverá alguma integração futura com o recém-adquirido Jaiku. Agora o MySpace - maior rede social do mundo - também resolve lançar uma plataforma para a criação de APIs, segundo o Techcrunch.


Segundo a empresa, os desenvolvedores das APIs terão o direito de vincular publicidade no próprio aplicativo. Toda a receita, logicamente, será destinada ao desenvolvedor. O MySpace somente hospedaria esses aplicativos.

É pessoal, isso tudo é só o começo. Para quem achava que redes sociais eram só moda passageira...

terça-feira, outubro 09, 2007

Google sai às compras novamente

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E a Google 'papou' mais uma. Dessa vez, a empresa comprou o Jaiku [serviço de microblogging, semelhante ao Twitter]. Para falar a verdade, eu nunca tinha ouvido falar do Jaiku. Sei que o serviço é Finlandês. Também sei que ele possui o mesmo perfil no Twitter.

Mas por que será que a Google não comprou o Twitter, que já é muito mais difundido no mundo? Tentei acessar o Jaiku, mas você só ganha acesso depois que preenche um campo informando seu e-mail, para que eles te enviem um e-mail. Aparentemente, o Jaiku não tem uma grande vantagem com relação ao Twitter.

Bom, a Google deve ter uma boa razão em ter optado pelo Jaiku. Li no blog do Tiago Doria que o Orkut está para abrir a sua API, o que irá permitir que usuários desenvolvam vários aplicativos para o site. Estaria a Google planejando alguma integração do Orkut com o Jaiku? Bom, mesmo que esteja, já não é tarde demais?

Acredito que a Google dormiu no ponto com relação ao Orkut. Enquanto o MySpace avançava e agregava cada vez mais usuários, a Google pouco fez para incrementar o Orkut [na realidade não fez nada relevante]. Demorou mais de 3 anos para implementar um layout descente.

Enquanto a Google dormia no ponto, surgia o Facebook. Seu lançamento, desde o início, chamava a atenção por possuir características essenciais, que o Orkut não oferecia, entre elas, maior privacidade. Mesmo assim, a Google resolveu 'virar para o lado' e dormir um pouco mais.

O Facebook não saia da mídia. Logo abriu sua API e deu início à revolução das redes sociais. Agora, quem faz cadastro no Facebook fica apaixonado pela ferramenta. Eu, pelo menos, acesso o Facebook apenas para fazer uso da convergência que o serviço oferece. E o Orkut? Parece que só agora a Google resolveu correr atrás da máquina.

Certo, o Core Business da Google não está nas redes sociais, concordo, mas porque ter deixado o Orkut tanto tempo na geladeira? Será que não acreditavam no potencial de crescimento da ferramenta? Achavam que as redes sociais seriam apenas modas passageiras?

Bom, o fato é que agora o Facebook já é o dono do novo modelo de redes sociais. E, quando se é o primeiro, tudo fica mais fácil. Já o segundo...

quarta-feira, outubro 03, 2007

Web FREE ou PREMIUM? E agora?

Este é um grande desafio para quem está lançando um serviço na Web. Lançar um site com o conteúdo aberto aos usuários, ou utilizar áreas restritas, onde somente aqueles que pagam uma mensalidade poderão ter acesso?

Tivemos, recentemente, o caso do jornal New York Times, que resolveu abrir todo o seu conteúdo aos usuários. A conclusão que os responsáveis pelo jornal chegaram foi de que a publicidade arrecadada por um fluxo maior de usuários, poderá gerar uma receita superior aquela gerada pela arrecadação de mensalidades em áreas de acesso restrito.

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Frustração é acessar um conteúdo e receber esta mensagem na tela

Inspirado no NYT, o Financial Times também ensaia uma abertura de conteúdo. Saiba mais aqui.

Várias start-ups enfrentam a mesma questão quando estão elaborando seus Planos de Negócio. É neste momento que surge a pergunta fatídica: Ok, o serviço é original, útil e bastante relevante. Mas como vou ganhar dinheiro com isso? De onde virá a receita? É neste momento que o empreendedor decide por um modelo PREMIUM, FREE (com ou sem publicidade) ou por um misto dos dois.

Defendo sempre a adoção do modelo FREE. Lançando um serviço "limpo", sem publicidade nos primeiros meses, haverá mais chances de atrair mais usuários. Inserir publicidade logo de cara pode colocar em cheque a credibilidade do serviço.

Não é nenhum pecado mostrar para os outros que você quer lucrar com o serviço. É somente uma questão de bom senso e de pensamento a longo prazo. Na Web, não podemos ser imediatistas. Não só na nela, mas também fora dela.

Com o tempo e com o número de usuários cadastrados já bastante satisfatório, pode-se pensar em incluir publicidade (AdSense ou venda de espaço para banners) ou mesmo tentar incluir algum serviço PREMIUM, desde que este seja relevante e não apenas algo que sirva como desculpa para arrecadar um dinheiro a mais.

Posso até estar enganado, mas penso desta forma porque trabalho com projetos para Web e sempre me deparo com estas questões. Antes de mais nada, os usuários de um serviço precisam CONFIAR nele. Esta confiança só é construída ao longo do tempo, com um serviço de boa qualidade e sempre voltado ao bem estar do cliente/usuário.

Para ler mais a respeito, o Rafael Barifouse, do blog Tecneira, publicou um post bastante interessante, incluindo algumas lições do Mundo Web.

terça-feira, outubro 02, 2007

Sempre haverá espaço para Estilo, Originalidade e Bom Gosto

Sou louco por Web. Quem me conhece sabe. Estou sempre em busca de revistas especializadas, sites, blogs e start-ups que estão despontando no mercado, além de sempre estar desenvolvendo meus próprios projetos. Porém, no Brasil, sinto bastante a carência de publicações voltadas, exclusivamente a Web.

Certamente há quantidade, mas pouca qualidade, convenhamos. A maioria das publicações fala o óbvio. Coisas que qualquer um que passar 30min. na rede acaba descobrindo. Certamente, através de blogs especializados como o do Tiago Doria, Fábio Seixas, HiTech Live, Futuro.vc, É Nóis, Tecneira, entre muitos outros, acabamos encontrando bastante conteúdo relevante, atualizado e original. Logicamente, não estou citando aqui monstros como o TechCrunch, Gizmodo ou mesmo o Engadget, ambos em americanos.

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Edição de Outubro: conteúdo excepcional + suplemento GeekPedia

Mas há uma publicação americana que está sempre na vanguarda dos acontecimentos. Ela é cool, tem estilo e um padrão editorial muito acima da média. Em minha opinião, tem o mesmo apeal de uma Rolling Stone. Bom, a esta altura, você já deve saber sobre qual publicação estou me referindo.

Trata-se da revista WIRED. É uma das poucas revistas que está disponível na Íntegra na Web, mas que continuo a ter o prazer em comprá-la (já deixei de comprar algumas vezes, como já escrevi aqui, mas não consigo ficar muito tempo sem folheá-la).

Folhear a WIRED é um evento a parte. As matérias são extremamente interessantes, trazendo assuntos do meio científico, artístico e, principalmente assuntos relacionados à tecnologia. A edição mais recente, por exemplo, traz como matéria de capa, uma matéria sobre o Ethanol. Há também, uma entrevista com Ridley Scott, que fala sobre o lançamento da nova versão de seu Blade Runner.

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Da esq. p/ dir.: edições de Setembro, Agosto e Julho. Capas sensacionais!

Há ainda uma matéria sobre como o CEO Mark Zuckerberg transformou o site de relacionamentos FaceBook em um novo modelo de Internet, onde os API's são estrela. E o que dizer de um texto sobre como o Vale do Silício está entrando na "Onda Verde"? Ah, eu já ia me esquecendo. A edição de Outubro vem acompanhada de um ótimo suplemento, o GeekPedia: Pessoas, Lugares, Idéias e Tendências que você precisa saber agora. Indispensável para qualquer empreendedor 2.0!

Com tudo isso, tenho cada vez mais certeza: os jornais terão sim, seu fim. E as revistas também, pelo menos a grande maioria que publica "conteúdo padrão". As restantes, que tiverem estilo próprio, conteúdo exclusivo e que te dêem prazer em folhear, como a revista WIRED, continuarão existindo. No Brasil, a Época Negócios começa a surfar nessa onda, esbanjando um design bárbaro aliado à qualidade editorial muito acima dos padrões.

Houve também o lançamento da revista Meio Digital, do grupo Meio & Mensagem, sobre o qual falei aqui. O mais interessante é que estas duas últimas publicações que citei, também possuem conteúdo aberto na ÍNTEGRA na Web, ou seja, já pensam de outra forma.

É tudo uma questão de ESTILO. Sempre haverá espaço para ORIGINALIDADE e BOM GOSTO.

quinta-feira, setembro 27, 2007

YouTube expõe CENSURA da FOX!

Saiu na revista ÉPOCA, dessa semana, na sessão BOMBOU NA WEB, uma nota sobre o vídeo censurado da atriz Sally Field, que foi visto no Youtube mais de 1,1 milhão de vezes.

O vídeo de Sally se trata da premiação do Emmy, que aconteceu na semana passada, quando a atriz foi concedido o prêmio de melhor atriz de drama na série Brothers and Sisters, transmitida pela NBC. Na série, Sally faz o papel de uma mãe cujo filho vai para a guerra do Iraque como soldado.

Ao receber o prêmio, a atriz se empolgou e resolveu dar um pequeno discurso "anti-guerra", onde foi literalmente censurada pela FOX. E assim foi: "Se as mães dirigissem as guerras, não haveria mais...". Neste momento, a FOX eliminou o som da transmissão e retirou o foco da atriz, passando a filmar o auditório a partir de uma visão aérea, só voltando para o palco, no momento da conclusão do discurso da atriz. Assista ao vídeo logo abaixo.



A FOX é acusada de apoiar os interesses de BUSH já há algum tempo. Sem Youtube, o ocorrido não teria tal impacto. Nós, aqui no Brasil, muito provavelmente também desconheceríamos o fato, com a exceção dos que assistiram à transmissão ao vivo, através de tv a cabo. Com a popularização, cada vez mais maciça da Web, eventos como este serão conhecidos mundo afora, o que poderá minar a credibilidade de várias corporações, o que já vem acontecendo.

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Sally Field:
O Youtube e a Web deram proporções ainda maiores a todo o ocorrido

Mesmo com todo esse buzz gerado em torno de Sally, ainda não há uma reação à altura. Gostamos de falar que a censura é coisa do passado. Parece que não é só no Brasil que, volta e meia, ela resolve mostrar a sua cara. Para o bem de todos, a Web é democrática e sem censura, pelo menos na maioria dos países. Para que haja um "impacto" maior em torno destas questões, a "maldita inclusão digital" se faz necessária. Como disse a Thiane, em um comentário realizado no post anterior, "discutimos a Web como se fosse coisa de elite". A Web não pode ser "coisa de elite". A "maldita inclusão digital" será uma forma de trazer mais opiniões, indignação e, por conseqüência, MAIS AÇÃO.

TOMARA! E você, o que você acha?

domingo, setembro 09, 2007

Como será o Mundo Digital em 2020? - Parte I

Antigamente, imaginar como seria o mundo 10 anos a frente não era lá algo muito difícil de se prever. Pelo menos no que se refere à tecnologia. Pouca coisa mudava. Na realidade, muita coisa evoluía e pouca coisa revolucionava.

Hoje, em intervalos de 5 anos (as vezes até menos), temos grandes mudanças relacionadas à tecnologia que, fatalmente impactam em nosso dia a dia. Fazer Marketing atualmente, envolve muito mais variáveis que há 20 anos atrás, como ilustra de forma brilhante o Ricardo Cianciaruso, do blog "É Nóis", que faz parte do portal da ótima revista Época Negócios, uma alternativa a Revista EXAME.

Ricardo apresenta também, dois casos muito interessantes. Um deles relata sobre um caso de descaso da Chevrolet com um cliente proprietário de um Meriva e o impacto causado pelo cliente descontente. O outro caso ilustra o foco da Microsoft em blogs corporativos. Vale a pena a leitura!

A partir desta ilustração, tentarei não prever, mas imaginar de forma bastante descompromissada, como poderá ser a Web no ano de 2020. Como o marketing e as empresas irão tirar proveito da nova Web, que nos espera naquele ano? Espero que eu não erre tão feio como errou Stanley Kubrick em sua obra definitiva, 2001: Uma Odisséia no Espaço. O objetivo aqui é apenas exercitar possibilidades. Olhando dessa forma, talvez Kubrick tenha feito exatamente isso com a sua Odisséia.

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A partir desta realidade atual, vamos tentar imaginar...

A TV NO ANO DE 2020
Em 2020 as TVs de plasma estarão dentro da grande maioria dos lares, assim como hoje estão as TVs de tubo. Além do produto ter se tornado popular, devido a queda no preço dos componentes de produção, as TVs, além de disponibilizarem imagem de altíssima qualidade em todos os lares, permitirão que os telespectadores não só interajam com a programação em exibição da forma como conhecemos hoje, mas também farão compras assistindo seus programas prediletos (acredito sinceramente que isso vá acontecer muito antes de 2020).

Ao assistir a novela das 8 (será que a Globo ainda estará com a mesma programação?) o telespectador poderá intervir na novela e clicar, através do controle remoto, na roupa que o chamou a atenção e ser redirecionado, através de um link, para um portal de comércio eletrônico, onde poderá ser realizada a compra da roupa, do carro, do perfume, da comida ou de tudo mais que estiver a venda naquele capítulo da novela.

Com isso, os comerciais de 30 segundos perdem total relevância (atualmente já percebemos que eles não produzem os mesmos resultados), uma vez que o conteúdo relevante inserido dentro de filmes, novelas, telejornais, documentários, passa a ser muito mais interessante e segmentado de forma mais eficiente. Com isso, os investimentos em publicidade passam a assumir de vez o modelo interativo, que já existe hoje, porém de forma tímida e embrionária, se comparado ao que irá se tornar.

A INTERNET NO ANO DE 2020
Acessar a Web através de browsers, como fazemos hoje através do Internet Explorer, Mozila Firefox, Safari e outros, será coisa do passado. Ao invés de digitar websites, faremos parte de uma gigantesca comunidade no estilo de Second Life, porém muito mais evoluída, complexa, de fácil usabilidade e muito mais útil que o Second Life atual. Dentro dessa gigantesca comunidade virtual mundial, (chamaríamos de WCW - World Comunity Web?) não digitaríamos mais urls. Ao invés disso, locarizaríamos, através de mapas interativos, assuntos de interesse por relevância.

Se você estiver inserido em uma comunidade virtual sobre culinária, por exemplo, poderá requisitar links dos portais mais bem avaliados por usuários daquela comunidade, sobre o assunto culinária. Delírio? A Wikia Search, está começando a caminhar neste sentido. As empresas, ao invés de possuírem meros websites, fariam parte ATIVAMENTE desse ambiente virtual, oferecendo realmente CONTEÚDO e RELEVÂNCIA nesse mundo virtual. Haverá posicionamento e segmentação, da mesma forma que há no mundo físico, diferente do que aconteceu recentemente com as empresas que entraram no Second Life apenas por entrar, para marcar presença, sem realmente ATUAR.

De alguma forma, que ainda não consigo imaginar, os portais (sites) não serão da mesma forma como os vemos hoje. Esses conteúdos serão exibidos em ambientes 3D, de forma totalmente dinâmica, onde você poderá interagir ao vivo com os usuários que também estão visitando o portal, local, comunidade, ilha, bairro virtual, naquele momento. Delírio? O Joost também já caminha neste sentido =D

Ainda há muito mais para falar e imaginar por aqui. Nos veremos na Parte 02. Até lá!

quarta-feira, setembro 05, 2007

Google, até quando?

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

A supremacia da Google poderá ser quebrada? Para muitos é até uma resposta bastante simples: "Lógico que sim. Toda marca tem lá seus pontos fortes e fracos". Isto é uma verdade, é claro, mas também vale lembrar que a Google, que conhecemos no início deste século, já é bem diferente da atual gigantesca corporação que a marca está atrelada.

A Google não para de comprar serviços Web promissores. Compra sites de conteúdo gerado por usuário, compra empresas de marketing digital e por aí vai. E parece que as aquisições não têm mais fim. Isso sem mencionar os serviços desenvolvidos pela própria empresa, como o ótimo e polêmico Google Maps, que desde já enfrenta questões éticas.

Imagine esta manchete delirante na capa de um jornal portal: "Google implanta sistema de câmeras que transmitirão, via satélite e ao vivo, as ruas e cidades dos grandes centros urbanos para todo o Planeta". Seria algo, sem dúvida, impraticável, não do ponto de vista técnico, mas no que diz respeito a questões éticas, políticas, de privacidade e tantas outras questões que é melhor nem citar aqui. Não do ponto de vista técnico. 1984?

O Google Maps está se sofisticando cada vez mais. Processos alegando invasão de privacidade continuam tramitando. Será que vai parar? A Web está se tornando BETA. A grande maioria dos serviços estréia em versão BETA (vide Orkut e outros tantos), e continuam assim, pois estão sempre evoluindo. É muito difícil lançar um serviço e continuar com as mesmas funcionalidades por mais de 1 ano, por exemplo.

E a nova vedete da Web? Em todos os cantos se fala da Wikia Search, o suposto Google Killer. O serviço, criado pelo fundador da Wikipedia, deve dar as caras em dezembro. O motor de busca da Wikia Search irá trabalhar de forma diferente do Google. As pesquisas serão baseadas em opiniões de usuários sobre determinados sites.

Os sites mais bem avaliados terão seus links exibidos no início da página de resultados. Todos sabemos das limitações que um computador possui em avaliar conteúdo. O cérebro humano continua sendo muito mais eficaz nessa tarefa. Correndo na mesma raia, há o Powerset. Para saber mais a respeito dele, leia o post do Tiago Dória sobre o assunto.

Sinceramente? Custo a acreditar em Sistemas que nascem com a promessa de matar outro. Geralmente não passa de hype. Alguém ainda usa o Joost? Li esta pergunta há uns 2 meses atrás em um blog e venho a repeti-la por aqui: Qual foi a última vez que você fez uso do Joost? Quer saber minha resposta? Eu não faço meu login por lá há meses... Ontem recebi um e-mail anunciando novos canais. Mas ainda não me interessei em conferi-los.

Hype. Todos os serviços Web nascem assim. Não sou contra o hype. Mas acho que antes de sairmos anunciando aos 4 ventos que o Joost irá acabar com a Tv a Cabo, por exemplo, devemos analisar melhor o Sistema em questão. Eu mesmo, fui um dos que ficou maravilhado de início. Saí anunciando sobre as maravilhas do Sistema. De qualquer forma, ainda acho o Joost sensacional. Mas ele ainda precisa amadurecer muito.

Alguns hypes são mesmo hype. Outros, quando a poeira baixa, continuam lá. É o caso recente do FaceBook. E você? Acha que a Google continuará fazendo o barulho que faz até quando? Será uma companhia estilo Apple e Microsoft, que existirá por décadas a fio?